Dra. Patrícia Prete

Coloproctologista – CRM-GO 20768 | RQE 10605

Cuidado íntimo e exclusivo, para quem busca excelência, precisão e discrição em cada detalhe. Se te incomoda, importa!

Atendimento especializado e acolhedor para doenças do intestino, reto, ânus e embelezamento íntimo Tratamentos modernos, diagnóstico preciso e acompanhamento individualizado.

Dra. Patrícia Prete

Coloproctologista – CRM-GO 20768 | RQE 10605

Cuidado íntimo e exclusivo, para quem busca excelência, precisão e discrição em cada detalhe. Se te incomoda, importa!

Atendimento especializado e acolhedor para doenças do intestino, reto, ânus e embelezamento íntimo. Tratamentos modernos, diagnóstico preciso e acompanhamento individualizado.

+10 anos de experiência

Atendimento Online

+de 4000 Procedimentos

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Atendimento Online

+de 4000 Procedimentos realizados

Serviços e Tratamentos

Condiloma Anal (HPV)

Hemorroida à Laser

Cisto Pilonidal

Ninfoplastia

Fissura e Fistula Anal

Embelezamento íntimo

Laser CO2

Afinal, como é usado na coloproctologia?!

O laser de CO2 já é muito utilizado na dermatologia e por seus inúmeros benefícios a coloproctologia e ginecologia incorporou aos tratamentos íntimos. Assim, podemos realizar tratamento ambulatorial, com anestesia local e indolor. O Laser de CO2 permite: Clareamento íntimo, isto é , trata a pele da região anal, vaginal, perineal . Retirada de plicomas ( execesso de pele anal) , hemorroidas (devemos avaliar cada caso!), fissura anal, verrugas genitais ( como o condiloma anal - HPV , nevo ( “pintas”), cistos sebáceos, lipomas… Para as mulheres podemos associar especificamente tratamento para incontinência urinária e melhora na elasticidade e lubrificação vaginal. Os tratamentos na região anal são para homens e mulheres!

Sobre Mim

Dra. Patrícia Prete

Coloproctologista, isto é, cirurgiã especializada em cirurgias do intestino, reto e ânus;

Minha especialidade me permite realizar consultas, colonoscopia e cirurgias, abrangendo assim o todo do paciente;
A cirurgia me fascina, assim como a tecnologia ! E hoje , meu foco são cirurgias utilizando laser de CO2.

•Graduação pelo Centro Universitário Barão de Mauá- Ribeirão Preto – SP (2007)

•Coloproctologista – Título de especialista e Membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia – RQE 10605

•Especialização em Coloproctologia realizada no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo – SP

•Cirurgiã Geral pela Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto -SP – RQE 16319

•Membro Titular do Colégio Brasileiro dos Cirurgiões (CBC)

•Professora na Faculdade de Medicina UniRV desde 2016

Depoimentos

Classificação 5.0/5.0 (⭐⭐⭐⭐⭐)

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Como funciona meu Trabalho

Com tratamentos de excelência, Dra. Patrícia Prete e descomplica a especialidade no seu dia a dia.​

Tratamento Clínico e Cirúrgico

Atendimento
Particular

Convênios: Unimed e SulAmérica

Perguntas Frequentes dos pacientes:

O uso do laser no tratamento de fístulas anais e cisto pilonidal apresenta excelentes resultados. Sua principal vantagem reside na preservação dos músculos esfincterianos anais, além de proporcionar feridas operatórias de menor extensão, o que favorece uma recuperação mais rápida, com menos dor e retorno precoce às atividades diárias. Adicionalmente, esse recurso também pode ser utilizado no tratamento de hemorroidas, especialmente quando associado ao laser de CO₂.

Todos nós temos hemorroidas. Esse é o nome dado às veias localizadas na região do ânus, que fazem parte da anatomia normal do corpo humano. No entanto, quando essas veias passam a se dilatar, causar dor, inflamação, sangramento ou mesmo se projetar para fora do ânus ou ao redor dele, estamos diante de um quadro chamado de doença hemorroidária.

O tratamento para esse problema pode variar de acordo com a gravidade. Em casos mais leves, costuma-se indicar tratamento clínico, com o uso de medicações e pomadas. Já em situações mais avançadas, pode ser necessária uma abordagem cirúrgica.

A boa notícia é que atualmente existem procedimentos cirúrgicos menos invasivos e menos dolorosos, que possibilitam uma recuperação mais rápida e o retorno precoce às atividades do dia a dia. Entre essas opções, destacam-se o uso do laser de CO2, do laser de diodo e das chamadas ligaduras elásticas. Em alguns casos, inclusive, é possível combinar essas técnicas para alcançar melhores resultados.

Se você se identificou com esses sintomas, saiba que esse é justamente o objetivo: informar e ajudar. Afinal, se te incomoda, importa.

A confusão entre plicomas e hemorroidas é bastante comum entre os pacientes. Nem todo desconforto anal está necessariamente relacionado às hemorroidas. Os plicomas correspondem ao aumento das pregas da pele ao redor do ânus — são, na verdade, sobras de pele que podem surgir isoladamente ou estar associadas a outros problemas, como hemorroidas ou fissuras anais.

Essas dobras de pele podem causar desconforto significativo. Com o tempo, tendem a aumentar de tamanho, dificultando a higienização da região, provocando dor, inflamações recorrentes e desconforto estético. Diferente das hemorroidas, os plicomas não respondem a tratamentos clínicos com pomadas ou medicamentos — a única solução definitiva é a remoção cirúrgica.

A boa notícia é que essa cirurgia pode ser realizada de forma pouco invasiva, com anestesia local e alta no mesmo dia. Utilizando o laser de CO₂, o procedimento também estimula a produção de colágeno, favorecendo uma cicatrização mais rápida, menos dolorosa e com resultados estéticos mais satisfatórios, graças à retração do tecido promovida pelo laser.

Se você se identificou com essa situação, esse é exatamente o objetivo: informar e orientar. Afinal, se te incomoda, importa.

A fissura anal é uma condição caracterizada por um pequeno corte ou ferida na região do ânus, geralmente causada por algum trauma local. Essa lesão é extremamente dolorosa e pode ou não apresentar sangramento. A dor intensa e a ardência ao evacuar são os sintomas mais comuns e costumam impactar significativamente a qualidade de vida do paciente.

As principais causas envolvem situações que traumatizam a região anal, sendo as mais frequentes o uso excessivo de força ao evacuar, fezes ressecadas ou endurecidas e a hipertonia anal — quando a musculatura do ânus é excessivamente rígida, dificultando a passagem das fezes.

As fissuras podem ser classificadas como agudas, quando duram poucos dias, ou crônicas, quando persistem por mais de quatro semanas. O tratamento vai depender do tempo de evolução da lesão e da causa subjacente.

A boa notícia é que existem tratamentos modernos e menos invasivos, como o uso do laser de CO₂ e da toxina botulínica, que promovem a cicatrização da região com menor dor e recuperação mais rápida.

Se você se reconheceu nesse quadro, saiba que há solução. O objetivo deste conteúdo é justamente esse: trazer informação e acolhimento. Porque, se te incomoda, importa.

O cisto pilonidal é uma condição relativamente comum, que ocorre com mais frequência na região sacrococcígea — popularmente conhecida como “cofrinho”. Trata-se de um cisto que se forma sob a pele e que, em seu interior, contém pêlos soltos, restos de pele e secreções produzidas por glândulas locais.

Na maioria das vezes, o paciente só descobre que possui o cisto quando ele inflama e se transforma em um abscesso, o que provoca dor intensa, vermelhidão e, em alguns casos, a drenagem espontânea de secreção purulenta.

O tratamento definitivo do cisto pilonidal é cirúrgico. Durante muito tempo, o procedimento tradicional exigia grandes incisões, curativos diários e uma recuperação demorada, com a ferida permanecendo aberta por semanas ou até meses.

A boa notícia é que os avanços da medicina possibilitaram técnicas muito mais modernas. Hoje, com o uso do laser de diodo, é possível realizar a cirurgia com mínimas incisões, promovendo menos dor, recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades normais, sem a necessidade de longos períodos de curativo ou afastamento.

Se esse é o seu caso, saiba que há tratamento e que ele pode ser mais simples do que parece. Se te incomoda, importa — e merece atenção.

As lesões verrucosas que aparecem na região anal e dentro do canal anal são, na maioria das vezes, causadas pelo vírus HPV (Papilomavírus Humano). Apesar do susto inicial, é importante entender que o HPV é extremamente comum — a maior parte da população sexualmente ativa já teve contato com o vírus em algum momento da vida, mesmo sem apresentar sintomas.

Em alguns casos, o vírus se manifesta por meio do surgimento de verrugas não só na região anal, mas também nos órgãos genitais, virilhas, boca, garganta e olhos. Por isso, é fundamental ficar atento a qualquer alteração ou lesão nessas áreas.

O tratamento dessas lesões é essencial, já que certos tipos de HPV estão relacionados ao desenvolvimento de câncer, como o de colo do útero, pênis e ânus. A prevenção também é possível por meio da vacina contra o HPV, que deve ser tomada independentemente de a pessoa já ter ou não apresentado sintomas visíveis.

E a boa notícia? Existe tratamento! As verrugas podem ser removidas com cauterização química (ácido), uso de pomadas específicas ou procedimentos mais modernos, como o laser de CO₂, que oferece maior precisão, menor desconforto e resultados mais eficazes.

Se você se identificou com esse conteúdo, saiba que não está sozinho e que há soluções seguras e eficazes. O importante é buscar orientação. Afinal, se te incomoda, importa.

A hipertrofia dos pequenos lábios vaginais é uma queixa comum entre mulheres a partir dos 40 anos, especialmente aquelas que já passaram pela maternidade ou estão vivendo o climatério e a menopausa. No entanto, essa condição também pode surgir em mulheres mais jovens, sendo uma característica individual que, muitas vezes, aparece desde a adolescência.

A assimetria entre os pequenos lábios — quando um lado é maior que o outro — ou o aumento exagerado de volume podem não causar nenhum sintoma físico. No entanto, para muitas mulheres, isso representa um grande incômodo. Os desconfortos vão desde dificuldades durante as relações íntimas, infecções recorrentes, dor ao vestir roupas apertadas ou praticar atividades físicas, até impactos emocionais, como baixa autoestima e vergonha do próprio corpo.

Apesar de ser uma questão íntima, é importante falar sobre isso sem tabus. Muitas mulheres se sentem envergonhadas, mas não deveriam. A boa notícia é que existem tratamentos cirúrgicos e não cirúrgicos que proporcionam alívio, bem-estar e mais confiança.

A ninfoplastia com laser de CO₂ é uma técnica moderna, minimamente invasiva, realizada com anestesia local e com alta no mesmo dia. O procedimento garante melhor resultado estético, menor desconforto no pós-operatório e recuperação mais rápida.

Se essa é uma preocupação sua, saiba que você não está sozinha. E lembre-se: se te incomoda, importa.

Muitas mulheres passam por situações de dor e desconforto durante as relações íntimas, mas preferem se calar. Por vergonha, medo de julgamento ou por acreditarem que é algo “normal” com o passar dos anos, acabam negando os sinais que o próprio corpo envia. Com o tempo, essa negação pode gerar tristeza, sensação de impotência emocional e até afetar a relação com o parceiro ou parceira.

O ressecamento vaginal, ou seja, a falta de lubrificação natural, é um processo comum, especialmente durante a menopausa, quando há alterações hormonais significativas. Porém, é importante destacar: não é normal sentir dor em um momento que deveria ser de prazer. E, felizmente, existe tratamento.

Com o uso do laser de CO₂, aliado a substâncias hidratantes específicas para a região íntima, é possível restaurar a elasticidade e a lubrificação natural da vagina, promovendo conforto, bem-estar e devolvendo à mulher a autoestima e a vontade de se reconectar com sua intimidade.

Se esse é o seu caso, saiba que você não está sozinha — e que há caminhos seguros e eficazes para transformar essa realidade.

O escurecimento da região íntima é uma queixa frequente tanto entre mulheres quanto entre homens, e pode ocorrer ao longo do tempo por diversos motivos. Essa área do corpo está sujeita a atrito constante, o que, somado a traumas locais causados por depilação frequente ou até mesmo alterações hormonais, contribui para a mudança da coloração da pele.

Embora não represente um problema de saúde em si, essa alteração pode gerar desconforto estético, afetando a autoestima e a relação da pessoa com o próprio corpo.

A boa notícia é que hoje existem tratamentos eficazes para restaurar o tom natural da pele da região íntima. Entre eles, destacam-se o laser de CO₂, o drug delivery (que potencializa a absorção de ativos clareadores), os peelings químicos e o uso de skincare domiciliar personalizado, que contribui para manter e prolongar os resultados.

Se você se sente incomodado com essa situação, saiba que existem soluções seguras e acessíveis.

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